Maior desastre ambiental no Brasil
Desastre ambiental ocorreu após o rompimento da Barragem de Fundão, em 5 de novembro de 2015, em Mariana (Foto: Reprodução/BBC)

A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) informa que foi instaurado, nesta quinta-feira (29), o terceiro inquérito policial para apurar crimes em razão do rompimento da Barragem de Fundão, pertencente à Samarco Mineração S.A., ocorrida em 5 de novembro de 2015, em Mariana/MG.

A abertura do inquérito se deu através de requisição feita, nessa quarta-feira (28), pelo Ministério Público Federal (MPF), através da Procuradoria da República no Estado de Minas Gerais. Este procedimento irá apurar vítimas do crime de lesão corporal de natureza grave, previsto no Art. 129, parágrafos 1º e 2º do Código Penal.

"A requisição do MPF formaliza em inquérito policial as informações que a PCMG já possuía. Mesmo que haja a determinação do Superior Tribunal de Justiça (STJ) em relação à competência da Justiça Federal em julgar as ações penais decorrentes da ruptura da barragem, cabe à Polícia Civil a apuração desses crimes de lesões corporais graves e gravíssimas", acrescenta o delegado regional de Ouro Preto e responsável pelo inquérito, Rodrigo Bustamante.

Inquéritos anteriores
O primeiro inquérito, instaurado pela Polícia Civil em 6 de novembro de 2015, apurou os fatos e circunstâncias que deram causa ao rompimento da barragem, homicídios, delitos de perigo comum e contra a saúde pública. Sete pessoas foram indiciadas pelos crimes de homicídio qualificado pelo dolo eventual, inundação e corrupção ou poluição de água potável. O inquérito foi enviado à Justiça no dia 23 de fevereiro deste ano.

O segundo procedimento foi instaurado pela Polícia Civil em 22 de fevereiro, para apurar crimes ambientais e licenciamentos da Barragem do Fundão. Ambos os inquéritos se encontram em poder do MPF.

Suspeito de aplicar diversos golpes milionários contra mulheres é preso em Belo Horizonte
Sérgio Rocha é suspeito de aplicar diversos golpes contra mulheres, diz PC (Foto: Divulgação/PCMG)

Após investigações de mais de três anos, a Polícia Civil de Minas Gerais prendeu, no dia 23 de setembro, na capital, Sérgio Rocha Cardoso (conhecido como "Tigrão"), de 51 anos. Ele é suspeito de aplicar diversos golpes contra mulheres, geralmente aposentadas, com promessas de vida conjugal, e explorar o patrimônio das vítimas.

Conforme apurado, Sérgio contraia empréstimos junto às vítimas, os quais nunca eram pagos, além de realizar compras com cartão de crédito, chegando a ter acesso a senhas bancárias. Uma das vítimas chegou a ter prejuízo de R$ 110 mil.

Segundo o delegado Eduardo de Alencastro Filho, responsável pelas investigações, as ações criminosas de Sérgio se baseavam na busca de relacionamentos amorosos com mulheres na faixa etária de 50 anos, em sua maioria solitárias e descompromissadas, com as quais o suspeito iniciava os relacionamentos em casas noturnas e boates. "As vítimas eram selecionadas segundo o montante de seu patrimônio, normalmente mulheres aposentadas detentoras de uma renda já consolidada. Após o início do relacionamento, baseado na falsa promessa de uma relação conjugal duradoura e mostrando-se sempre apaixonado, Sérgio estabelecia uma base sólida de confiança entre a vítima, sempre apresentando outros nomes, e era iniciado o ataque ao patrimônio", explicou o delegado.

O ataque ao patrimônio ocorria de diversas formas, algumas vezes com a obtenção de empréstimos junto à própria vítima, os quais nunca eram pagos, compras com cartão de crédito, através da obtenção de dados e senhas da vítima, e empréstimos em bancos com a utilização dos dados da companheira enganada. "Toda a ação criminosa  era realizada com o consentimento das vítimas, as quais, pressionadas emocionalmente, acreditavam na honestidade do parceiro e que tudo seria revertido futuramente em favor do casal", ressaltou Eduardo.

O delegado ressaltou, ainda, que o suspeito já pratica os golpes há aproximadamente 15 anos, tendo inclusive sido preso, na década de 1970, pelo mesmo tipo de crime. "Ele nunca chegou a ter uma profissão e levava uma vida de ostentação com o dinheiro das ações criminosas, sem nunca ter formado patrimônio", apontou.

As vítimas experimentavam prejuízos altíssimos, como foi o caso de uma senhora que chegou a perder R$ 110 mil. Segundo estimativas da polícia, o prejuízo total pode passar de R$ 500 mil.

Ao todo, foram identificadas oito vítimas em Belo Horizonte e região metropolitana, todas relacionadas ao mesmo crime de estelionato. A Polícia Civil acredita que possam existir mais vítimas.

O chefe do Departamento Estadual de Investigação de Fraudes, delegado Márcio Lobato, alerta para o início de relacionamentos em situações em que não se conhece muito bem o parceiro. "Hoje em dia é possível ter acesso a informações, através da internet, por exemplo, que podem ser importantes para se verificar se a pessoa com quem se inicia uma relação é realmente quem diz ser".

Quadrilha especializada em furto e receptação de cargas de ferro silício
Presos são suspeitos de integrarem uma organização criminosa especializada em furtos e receptação de cargas de ferro silício (Foto: Divulgação/PCMG)

A Polícia Civil de Minas Gerais prendeu em flagrante, no domingo (25), Ricardo Henrique Fonseca de Almeida, de 39 anos, Diego Ernane Fonseca, 28, José Vicente da Silva Filho, 32, Jean Carlos Morais, 43, Renato do Nascimento Martins, 35 e José Vicente da Silva, 51. Os presos são suspeitos de integrarem uma organização criminosa especializada em furtos e receptação de cargas de ferro silício.

Durante operação, a polícia apreendeu três caminhões, um veículo VW/Gol e recuperou a carga. Conforme apurado, a carga de ferro silício saiu da empresa Minas Ligas S/A na cidade de Pirapora, no Norte de Minas, e tinha como destino a empresa Gerdau S/A, na cidade de Pindamonhangaba(SP).

Segundo o delegado Marcus Vinícius Lobo, responsável pelas investigações, os presos responderão pelos crimes de furto qualificado, receptação qualificada, associação criminosa e falsa comunicação de crime. Todos foram encaminhados ao Centro de Remanejamento do Sistema Prisional (Ceresp) Gameleira, à disposição da Justiça.

Quadrilha especializada em furto e receptação de cargas de ferro silício
Durante operação, a polícia apreendeu três caminhões, um veículo VW/Gol e recuperou a carga (Foto: Divulgação/PCMG)

Quadrilha especializada em furto e receptação de cargas de ferro silício
Carga saiu da empresa Minas Ligas S/A na cidade de Pirapora, no Norte de Minas, e tinha como destino a empresa Gerdau S/A, na cidade de Pindamonhangaba(SP) (Foto: Divulgação/PCMG)

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